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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MDH™ - Parte 20 - "Trabalhar..."

Em algum lugar neste país, um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível.
Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o 1º andar, faleceram no incêndio.
No 2º andar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que viviam dos proventos da "Bolsa Família", também não escaparam.
O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas governamentais, que também faleceram.
No 4º andar viviam engenheiros, professores, médicos, advogados, empresários, policiais, bancários, vendedores, contadores. Trabalhadores e suas famílias. Todos escaparam!
Imediatamente o "Presidente da Nação" e toda a sua assessoria mandou instalar um inquérito para que o "Chefe do Corpo de Bombeiros" explicasse a morte somente dos cumpanheiros e porque somente os moradores do 4ºandar haviam escapado.
O Chefe dos Bombeiros respondeu:
— "Eles não estavam em casa - estavam trabalhando ou na escola!
Moral da História: Trabalhar não mata!

Thanks to José Maurício!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

MDH™ - Parte 19 - Dia de caçador

Um famoso repórter de televisão estava em Uzbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente, ele se deparou com um velhinho e logo começou a entrevistá-lo:

- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que jamais tenha se esquecido?

- Um dia, há muito tempo, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível...
- Meu senhor, sinto em lhe dizer que a emissora dificilmente levará ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história... Quem sabe se o senhor nos contasse uma história bem feliz...
- Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui... Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi a maior diversão da minha vida!
- Ok, vamos tentar mais uma vez:
Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste?
Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas, começou:
- Um dia, eu me perdi na montanha...

Moral da História: Nem sempre o dia é do caçador...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

MDH™ - Parte 18 - "Lição de vida"

O peru estava batendo papo com o touro.
— "Eu adoraria ser capaz de chegar ao topo daquela árvore", suspirou o peru, "mas não tenho força..."
— "Ora," replicou o touro, "por que você não come um pouco do meu esterco? Ele tem muitos nutrientes".
O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho de árvore.
No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente depois de duas semanas, comendo esterco de boi, de búfalo, das zebras, ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da árvore. Imediatamente foi visto por um fazendeiro que atirou nele...

MORAL DA HISTÓRIA: Qualquer bosta pode levar você ao topo, mas não manterá você lá.

Thanks to José Maurício

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MDH™ - Parte 17 - "Advogados x Médicos"

Um advogado, andando pela rua, viu uma placa que dizia: 
"Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou seu dinheiro de volta em DOBRO." 
E pensou: 
— Esses caras tão se achando espertos, vou enganá-los e ainda tirar uma grana.
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico o recebeu sorridente:
— Pois não, o que o traz até aqui?
— Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi meu paladar, não consigo mais sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz. 
E o médico: 
— Ah, pois não... Enfermeira, por favor, traga o pote número 13. 
E veio o pote cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou na boca do advogado. 
— O que é isso? O senhor me deu merda?!! Tá maluco ??? 
E o médico imediatamente: 
— Pronto, recuperou seu paladar, está curado! 
O advogado saiu puto da vida pensando:
— O filho da put@ me pegou dessa vez, mas agora tenho que recuperar minha grana. Dessa vez vou meter uma infalível.
Dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e... 
— Ora, ora, o senhor aqui de novo?! 
E o advogado: 
— Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou fazendo aqui? 
O médico sem pestanejar:
— Ah, pois não, enfermeira, o pote número 13.
— O pote 13 de novo não, po##@! 
— Maravilha, recuperou a memória, está curado! 
E o advogado, puto da vida... 
"Levou meu dinheiro de novo. Não é possível! 
Dessa vez não vou dar chance."
Uma semana depois lá estava o advogado novamente e... 
— Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez? 
— Pois é doutor, estou acabado dessa vez, perdi o tesão! Não tenho mais vontade de possuir ninguém. Vejo a Juliana Paes, a Flávia Alessandra, a Ana Paula Arósio e nada. Não tenho mais vontade nenhuma...
O médico pensou um pouco e solicitou: 
— Enfermeira, o pote número... 
— Se vier com essa po##@ de pote número 13 mais uma vez vou fod3r com o senhor, vou fod3r com essa sua enfermeira filha-da-put@... vou fod3r com todo mundo...! 
— Pronto, já recuperou seu tesão! Está curado novamente!!!

Moral da História: Advogados não são fáceis, mas médicos...

segunda-feira, 29 de março de 2010

MDH™ - Parte 16 - "Ser Feliz ou Ter Razão?"

Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...
E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."

quarta-feira, 17 de março de 2010

MDH™ - Parte 15 - "Os camelos"

O Camelo 

Uma mãe e um bebê, camelos, estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Por que os camelos têm corcovas?
- Bem, meu filhinho, somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água. 
- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto.

Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! Disse a mãe, toda orgulhosa.

- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! Respondeu a mãe com orgulho nos olhos.. 
- Tá. A corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então, o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico??? 

Moral da história: "Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!"

domingo, 14 de fevereiro de 2010

MDH - Parte 14 - "O Idiota e a Moeda"

O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Eu sei, respondeu o tolo. 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda'. 

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. 
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente."

Arnaldo Jabor. 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MDH - Parte 13 - "Leia!"

A importância de ler os manuais... 

Estava lá o empregado da fazenda de vacas leiteiras lavando e limpando o  curral, quando deparou com uma máquina moderna de ordenha.
Curioso, ele começou a apalpar a máquina até que ela lhe chupou um dedo.
Mente suja, meio taradão, ele colocou o 'bilau' na máquina. E a máquina chupava como uma doida. E ele ali, fazendo aquela cara de prazer até atingir o orgasmo. 
Rapidamente, seguiu-se um segundo orgasmo. Na hora em que foi tirar o pingolim da máquina, cadê que ele saía? Puxou e nada.
E a máquina chupando.
E ele puxava e nada. Desesperado, ele começa a procurar o botão pra desligar aquela coisa, e a máquina chupando...
Já todo descabelado, pálido, com as pernas bambas, ele viu a plaquinha ao lado:

"DESLIGA-SE AUTOMATICAMENTE AO ATINGIR CINCO LITROS."

Moral da História: Leia a p%##@ do manual...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

MDH - Parte 12 - "O "vidente"..."

Uma mulher foi às compras em um supermercado perto de casa, onde pegou:

  • 2 caixas de leite integral;
  • 1 dúzia de ovos;
  • 1 litro de suco de laranja;
  • 1 alface americana;
  • 1 kg de café; e
  • 1 pacote de bacon fatiado.


Enquanto ela passava as compras do carrinho para a esteira do caixa, um bêbado, seguinte na fila, a observava. Enquanto o caixa registrava as suas compras, o bêbado calmamente disse: - "Você deve ser solteira." A mulher ficou um pouco espantada com a declaração, e intrigada com a intuição do bêbado, já que, de fato, era solteira. Ela olhou os seis itens sobre a esteira e nada viu de particular, em sua seleção, que pudesse sugerir ao bêbado seu estado civil. Com a curiosidade aguçada, ela disse:
- "O senhor sabe, está absolutamente correto. Mas como conseguiu descobrir isso?" O bêbado respondeu:
- "Porque você é feia pra c@r@#*0!!!"

Moral da história 1: Bêbado é f%#@!
Moral da história 2: As vezes é melhor ficar calado e deixar que pensem que você é idiota, do que abrir a boca e acabar com a dúvida.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

MDH - Parte 11 - "Três Assuntos Interessantes"

Sobre a GORDURA:
No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na França consomem-se muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Sobre o VINHO:
Na Índia, bebe-se pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na Espanha bebe-se muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Sobre o SEXO:
Na Argélia, f%#&m muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, no Brasil f%#&m... muuuuuito e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA.


Moral da História: Beba , coma e f%#@ sem parar, pois o que mata é falar inglês!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

MDH - Parte 10 - "Bêbado"

Há algum tempo fui a uma festa de despedida de solteiro em uma chácara  perto de Caxias, de um amigo. A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada. Saí de lá nem sei que horas. Travado! Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros... Uma blitz!!! Comecei a rezar para tudo quanto era santo. Mas... fui sorteado. Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim. O guarda pediu para eu descer do carro. Quase não consegui. Aí o pesadelo aumentou. Ouvi o que qualquer bêbado teme:
- Vamos fazer o teste do bafômetro!
Tô frito! Pensei. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga... Os guardas imediatamente me dizem:
- Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Eu, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrei no carro e fui embora. Feliz da vida. Hoje é meu dia de sorte, pensei. Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, fui dormir. Tava feliz. No outro dia, minha mãe me acorda as 7 da manhã me perguntando:
- Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?


Moral da história: Bêbado é f%#@!





quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

MDH - Parte 9 - "Curiosidade"

Banheiro Feminino

Um sujeito, que estava curioso para saber como funcionava o banheiro das mulheres, entrou num banheiro de shopping dos mais modernos, achou tudo muito bonito, sentou-se,fez o que precisava e notou que, ao lado do "trono", havia 4 botões, com as iniciais: A.M., S.A.Q., A.T., e R.A.T.... Curioso, apertou o primeiro botão, A.M. E recebeu um maravilhoso jato de água morna nas partes baixas. Achou ótimo e pensou: "Por isso que as mulheres demoram tanto no banheiro." Apertou o segundo botão, S.A.Q., e recebeu a Secagem de Ar Quente, um espetáculo, achou ótimo. Foi para o terceiro, o botão A.T. E recebeu uma pequena Almofada de Talco refrescante perfumada em toda a região, que maravilha! Apertou o quarto e último botão, o R.A.T.! Dias depois, acordou numa cama de hospital, todo amarrado. Ao lado, uma enfermeira, à qual ele pergunta:
- "Onde estou, o quê aconteceu?"
E ela:
- "Você está no hospital, foi trazido pelos seguranças do shopping.
Você acionou o R.A.T. = Removedor Automático de Tampax! Seu pinto está ali, naquele vidrinho!"

Moral da história: Curiosidade não só mata, como capa!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

MDH - Parte 8 - "Pense. E depois responda."



Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
- O senhor não disse na hora do acidente ? estou ótimo??
E seu Zé responde: - Bão, vô ti conta o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete...
- Eu não pedi detalhes! -Interrompeu o advogado. ? só responda a pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: Estou ótimo?? 
- Bão eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda a pergunta.
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu estava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha caminhonete bem do lado. Eu fui lançado para fora do carro prum lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu tava muito ferido e não podia me môve. Mas eu podia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, percebi que o estado dela era muito feio. Em seguida o patrulheiro chegou. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vez no meio dos zóio dela. Depois ele travesso a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse: 
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. Como o senhor está se sentindo?
- Aí eu pensei bem e falei: ... ESTOU ÓTIMO E BOTA ÓTIMO NISSO!


Moral da História: Mesmo com a casa caindo, o pau quebrando, o mundo acabando, analise as circunstâncias e  pense muuuuito bem antes de responder uma pergunta!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

MDH - Parte 7 - "A tribo"


Um avião faz um pouso forçado em uma selva e três pessoas sobrevivem: um jovem de 25 anos, um homem de meia-idade com 35 anos e o terceiro, já mais velho, com 55 anos. Os três começam a caminhar pela mata em busca de um ponto mais alto para fazer algum tipo de sinalização, quando se deparam com uma tribo selvagem. Os homens são, então, capturados e levados ao "chefe" da tribo. 
Chegando lá o mesmo pergunta de cara para o primeiro, o mais jovem dos três:
- Cara pálida pisou em terreno sagrado, agora tem de escolher: Você quer "matanga" - nesse momento todos os índios manifestavam-se com ar de descontentamento - ou "bundanga"? - agora os índios manifestavem em sinal de alegria atirando flechas e comemorando.
O jovem imaginando que "matanga" fosse algum tipo de sacrifício com morte escolheu "bundanga" imaginando o que "diabos" seria aquilo...
Os outros ficaram perplexos ao descobrir que, ao escolher "bundanga", 100 índios escolhidos pelo "pajé" estruprariam o jovem... incrivelmente ele sobreviveu e foi libertado.
- O "pajé" então virou pro segundo, o de meia-idade:
- E você, cara pálida que pisou em terreno sagrado, agora tem de escolher: Você quer "matanga" - mais uma vez todos os índios manifestavam-se com ar de descontentamento - ou "bundanga"? - novamente os índios manifestavam-se em sinal de alegria atirando flechas e comemorando.
O homem pensou, pesou a dúvida do que seria o tal "matanga"... afinal já sabia o que era "bundanga" e, mais importante, o primeiro sobreviveu... ele respirou fundo e disse:
- Eu quero "bundanga"!
E lá foram os 100 índios que quase mataram o coroa. Mas ele sobreviveu... estava livre para ir embora.
O terceiro homem, o mais velho de todos pensou:
Estou velho demais para aturar um negócio desses. Que se dane, vou escolher "matanga".
E antes mesmo do "pajé" perguntar qual era sua escolha ele disse: 
- Eu quero "matanga"!
Tudo bem! - disse o pajé - Mas primeiro "bundanga"! - ele emendou. Assim estupraram e depois mataram o coroa...


Moral da história: "Quando o estupro é inevitável, espernear só aumenta o prazer do tarado."

domingo, 22 de novembro de 2009

MDH - Parte 6 - "A Dama e o Vagabundo"




O marido chega em casa e pega a esposa, na cama, com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor pra dar... Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:
- Antes, você deveria ouvir como tudo isso aconteceu. Andava na rua, vi esse jovem maltrapilho, cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem e, como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco... não comeu, e eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou. Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado... para aquele sábado que você prometeu, mas que nunca chega... pois num dia é futebol, no outro poker, no outro pescaria, no outro peteca, no outro lavando o carro e assim por diante. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo... ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho... fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou, porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou:
"- Dona, tem mais alguma coisa que seu marido não usa mais?"
- Nem respondi!... Dei logo !!!


Moral da história: Mulher só trai por justa causa! Ou inventa histórias muito bem...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

MDH - Parte 5 - "A mulher de toalha"


João estava em casa bastante ocupado com seus "afazeres de marido" e sua esposa Maria estava no banho. Quando ela saiu do banheiro e se encaminhava, ainda de toalha, para o quarto, a campainha da porta começou a tocar e Maria foi até a sala para verificar quem era pelo "olho mágico". Como viu que era Pedro, amigo de João, decidiu abrir a porta de toalha mesmo, afinal estava com pressa e com preguiça de ir e voltar de novo.
- Oi Maria. - disse João, já reparando que ela estava só de toalha.
- João está? Emendou ele.
- Está sim, está trocando um cano quebrado lá na cozinha. - Disse ela.
- Como ele está ocupado eu volto depois..., mas vendo você assim de toalha quero te fazer uma proposta. Te dou R$ 500,00 em dinheiro agora mesmo, se você deixar eu ver o que você tem  aí embaixo desta toalha...
Meio constrangida, meio interessada, Maria logo rebate:
- Está louco? Nem sei se você tem mesmo esse dinheiro todo aí com você...
- Claro que tenho. Está aqui - ele mostra o "maço" - Você só precisa fingir que a toalha escorregou... ninguém vai saber, só eu e você. E depois, que mal tem só uma "olhadinha"?
Maria topa, pega o dinheiro e mostra tudo pro sem-vergonha. Depois que ela entra, João logo pergunta:
- Maria quem era na porta?
- Era o Pedro - responde ela.
- Que bom que ele veio. Ele te deu os R$ 500,00 que estava me devendo?


Moral da História: informações dadas com antecedência podem evitar exposições desnecessárias.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

MDH - Parte 4 - "Sílvio Santos e o Bambu"

Bom, confesso que eu queria colocar este vídeo na seção do SVPC, mas ele cai como uma luva para o MDH. Confira o vídeo e veja se concorda comigo:



Moral da história: "É melhor ficar calado e deixar que pensem que você é idiota, do que abrir a boca e acabar com a dúvida."

MDH - Moral da História - Parte 3: "O livro de duas páginas"

Um rei estava passando por um período difícil em seu reinado e deciciu chamar o sábio do palácio para lhe aconselhar o que devia fazer para sentir-se mais calmo e, então, conseguir raciocinar melhor:
- Sábio, faça algo que possa me confortar, pois nesta situação em que se encontra o reino não consigo nem mesmo organizar minhas ideias.
O sábio então foi embora e, no dia seguinte, voltou trazendo um livro e disse ao rei:
- Vossa Majestade, este é um livro que só contém duas páginas. Em um momento de grande desespero leia a primeira página e, e somente em um momento de extrema euforia, leia a segunda.
Assim fez o rei. Pegou o livro das mãos do sábio e, angustiado que estava, apressou-se em ler a primeira página. Nela estava escito:
"Tenha calma, esta fase vai passar."
O rei ficou aliviado com aquele conselho, mas no fundo, um pouco descrente. No entanto, as coisas começaram a melhorar e o rei lembrou-se do livro, sentindo-se profundamente agradecido pelo trabalho do sábio.
A prosperidade aumentava cada vez mais e o rei lembrou do que o sábio havia dito quando chegasse este momento. Certo dia, no final da tarde, o rei pegou o livro para ler a segunda página. Nesta estava escrito:
"Isto também vai passar."


Moral da história: Não importa em que situação você esteja, pois com o tempo ela vai mudar.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MDH - Moral da História - Parte 2: "Foco no Cliente"

Era uma vez uma princesa que morava em um castelo e que tinha um pai muito rígido. O pai, enquanto rei daquela província, partiu para a guerra e deixou a filha no castelo, mas a proibiu de sair do mesmo até que ele voltasse do combate. A princesa como era muito "serelepe", fugiu do "enclausuramento" e foi passear na floresta.
Durante este passeio, a princesa banhou-se em um rio e, no fim da tarde, voltou ao castelo pensando em guardar segredo, afinal, seu pai - o rei - era muito rígido e a havia proibido de "protagonizar" tais aventuras.
Tudo teria dado certo, porém, ao retornar, a princesa percebeu que perdera seu anel que havia recebido de sua mãe - a rainha. O anel era muito importante, pois havia sido transmitido de geração em geração e assim seria com ela também.
Com a mente bastante criativa e "fervilhando" de ideias para dar como desculpas a pequena alteza começou a lapidar uma brilhante história para contar ao seu pai quando este voltasse do embate.
Quando o rei voltou, percebeu que a filha estava sem o anel e não hesitou em perguntar:
- Minha filha, onde está o anel que sua mãe lhe deu e que há várias gerações está em nossa nobre família?
- Papai - disse a princesa com a voz embargada - você não sabe o que aconteceu...
- O que houve minha filha? - disse o rei curioso (e um pouco puto da vida...)
- Papai, o senhor não vai acreditar... eu lhe desobedeci e fugi do palácio para ir até a floresta passear, afinal o dia estava lindo e eu não pude resistir. Além disso, eu me sinto muito sozinha neste imenso palácio. Eu saí e eis que fui abordada por um camponês e este me obrigou a dar-lhe o anel que era a única coisa de valor que estava comigo.
O rei, claro, sem mais demoras, ordenou que fosse feita uma busca em todo o reino até que se encontrasse o culpado. Pouco tempo depois, a guarda do rei trouxe o suposto "meliante" que estava usando o anel no seu próprio dedo.
Como era de costume, o rei ordenou que o bandido fosse executado em praça pública para servir de exemplo, mesmo sem ouvir o que o camponês tinha a dizer. E assim foi feita a vontade do rei. Porém, no momento da execução, foi perguntado ao camponês:
- Queres dizer suas últimas palavras?
Para a surpresa do povo que assistia a excução o camponês disse:
- Sim. Antes de morrer, quero dizer como consegui este anel, motivo pelo qual estou sendo executado.
O povo ficou perplexo e ao mesmo tempo curioso para ouvir a versão do mesmo a respeito da "ocorrência". Ele logo começou a falar:
- Eis que eu estava passando pela floresta como faço todas as tardes, quando encontrei esta bela jovem - disse ele, apontando para a princesa - e ela logo me interpelou dizendo: "Olá estranho, eu sou a princesa, acabo de sair do castelo e ordeno que você me possua."
- OOOOhhhh! Que vergonha! Meretriz! - Falou o povo todo alvoroçado.
E o camponês continuou:
- Eu como camponês, claro, falei que não podia fazer isso, que provavelmente eu seria executado, mas ela insistiu e disse que se eu não acatasse a ordem diria ao rei que eu tentei molestá-la e seria muito pior, afinal ela era a princesa e eu um mero homem do campo.
Assim eu tive de obedecer e como recompensa pela minha postura de súdito ela me deu este anel que coloquei no dedo desde então...
E o povo:
- OOOOhhhh! Que absurdo.... - Murmurava o povo cada vez mais inflamado.
O rei diante de toda aquela situação e, sabendo que a filha o tinha desobedecido e fugido do castelo, ordenou que fosse executada no lugar do camponês. Afinal agora quem tinha desonrado e humilhado a nobreza era ela.
E assim foi feito. Porém, quando estavam colocando a princesa no "pedestal", ela se virou para o camponês que estava sendo libertado e perguntou:
- Por que você fez isso tudo, por que inventou esta história toda?
- Minha filha você acha que se eu dissesse que encontrei este anel na barriga de um peixe que eu pesquei, alguém ia acreditar? O povo gosta de sexo e violência e não de história de pescador!


Moral da história: O negócio e ter foco no cliente! Senão você acaba enforcado!



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

MDH - Moral da História - Parte 1: "A Despedida"


Despedida do Padre
O Padre no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia discursa:

- A primeira impressão que tive desta paróquia, foi com a primeira confissão que ouvi.

A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã.

Fiquei assustadíssimo.

Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.

Nisso chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Ele pede desculpas pelo atraso e começa o
discurso:

- Nunca vou esquecer o dia em que o padre chegou à nossa paróquia.
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.

Silêncio total...

Moral da história: Nunca se atrase!